
Desde 2004, mantenho a opinião de que Ronaldinho Gaúcho seria um dos dez melhores jogadores do mundo em todos os tempos se fosse “O Cara” de uma Copa do Mundo. Nunca tinha visto um craque fazer tanto estrago nos adversários de uma maneira que parecia fácil. Estava sempre sorrindo ao realizar as jogadas (os dentões ajudam nisso). Era elástico, drible em velocidade ou parado, gol de falta e bicicleta e tudo mais. Incrivelmente, o rapaz estava um passo além de Ronaldo e Zidane (este, definitivamente, um top ten).
Ronaldinho completou 28 anos na última sexta-feira. É uma idade crítica. Um jogador é considerado “experiente” com 30 anos. Mas o problema nem é a idade. O gaúcho vive uma fase difícil no Barcelona. Contusões misteriosas, atuações apagadas, banco de reservas. Na Seleção, nada de convocação. O que é preciso para que o astro possa retomar o futebol de alguns anos atrás? Uma transferência urgente. Interesse não falta, muita gente ainda acredita na habilidade do dentuço.
Só o futuro dirá se Ronaldinho vai figurar em algumas daquelas polêmicas listas de melhores do mundo. Torço para isso.
Alemonada 1: Deu, Fish, chega. Chegar à final do Masters Series de Indian Wells foi demais para você. Jogou bem, bateu Federer e Nalbandian (a Cuca vai puxar seu pé à noite por isso), mas o tênis neste primeiro semestre tem um nome: Novak Djokovic. Festa completa em Belgrado com o título da Ana Ivanovic…
Alemonada 2: Dá-lhe, Zé Pereira! O irmão da tenista número 1 do Brasil, a Teliana, faturou a Copa Gerdau, um dos principais torneios do mundo no juvenil. Vai ficar entre os 15 melhores do mundo. E o mais legal: tem 17 anos, ou seja, ainda tem mais um ano na categoria. Bora, Zé!