Como prometido, aí vai a minha lista dos dez melhores jogadores do mundo de 1990 até hoje:

1 – Romário: para Cruijff, o gênio da grande área. Finalização e colocação perfeitas e, do início até o meio da carreira, explosão. O principal responsável pelo tetra. Criatividade e ousadia dentro e fora do campo, sempre com comentários divertidos e polêmicos. E o melhor: o Baixinho foi criado no Vascão, onde conquistou um Brasileirão e a inesquecível Copa Mercosul (ainda falo sobre ela aqui). Bom, Papai do Céu apontou para ele e falou: “esse é O Cara”. Ver: gols, muitos gols

2 – Zidane: Sempre fui fã de jogadores cerebrais. Elegante dentro de campo, driblando e armando as jogadas com toques sutis e cabeça em pé. Zizou é gênio, o Brasil sabe bem. E não tinha sangue de barata. Ver: o gol na final da Liga dos Campeões em 1999.

3 – Ronaldo: Dribles e velocidade que eu nunca tinha visto antes. Incrível finalização. E um poder de recuperação sensacional. O retorno do Fenômeno aos gramados depois da grave lesão no joelho e o título na Copa de 2002 calaram a boca de muita gente. Ainda bem. Ver: a primeira lesão no joelho e os gols na Copa de 2002

4 – Ronaldinho Gaúcho: Como expliquei em post anterior, sempre achei que ele estaria entre os dez melhores jogadores de todos os tempos se fosse O Cara de uma Copa do Mundo. Ainda não foi e vive uma fase difícil no Barcelona. Mas não dá para deixar de lado toda a sua capacidade criativa e os dribles desconcertantes que lhe renderam o título de melhor do mundo da Fifa em 2004 e 2005, entre outros prêmios. Ver: toda a habilidade de Ronaldinho

5 – Van Basten: O craque holandês abandonou o futebol cedo – aos 28 anos, devido a uma lesão no tornozelo – mas fez estrago enquanto jogou bola. Confesso que acompanhei mais a carreira dele após sua aposentadoria, por meio de documentários e vídeos de jogadas. Formou talvez o trio mais importante do futebol mundial entre 88 e 92, ao lado de Gullit e Rijkaard, no Ajax, no Milan e na seleção holandesa. O homem sabia fazer gol. Ver: gol de tudo quanto é jeito

6 – Roberto Baggio: O meia é mais lembrado pelo pênalti que perdeu na final da Copa de 1994 que deu o tetra para o Brasil. Ah, tem a trancinha também. Mas o habilidoso meia fez seu nome jogando principalmente pela Fiorentina, pela Juventus e pelo Milan, além da seleção italiana. Ver: grandes lances e o pênalti perdido na Copa de 94 (hehehe)

7 – Maldini: Paolo seguiu os passos do pai e fez história no Milan e na Azzura, como lateral-esquerdo e zagueiro. Seguro e preciso nos passes, o Cuore di Drago (Coração de Dragão) formou o grande Milan do início da década de 90, com Baresi, Van Basten, Gullit, Rijkaard… Na seleção, foi vice mundial em 1994. Ver: homenagem dos torcedores rossoneri

8 – Rivaldo: O nordestino fez parte do Carrossel Caipira do Mogi Mirim em 1992, ao lado de Leto e Válber. Depois jogou no Corinthians e no Palmeiras, mas fez estrago mesmo na Espanha, no La Coruña e no Barcelona. Com um chute temível de fora da área e criatividade, Rivaldo marcou sua passagem pela Seleção com grandes atuações nas Copas de 98 e 2002. Poderia ter sido maior, não fosse a falta de marketing – como falou o Bruxo – e a mania de perseguição. Ver: gols da fase áurea

9 – Stoichkov: De temperamento forte, o canhoto búlgaro batia na bola e arrumava problema como poucos. Teve seu auge jogando pelo Barcelona entre 1990 e 1995, aliando velocidade, dribles e grandes chutes. Levou uma limitada Bulgária à quarta colocação na Copa do Mundo de 1994. Ver: pequeno documentário com lances do craque (em inglês)

10 -Kaká: O jogador mais bonzinho do Brasil representa o que o futebol moderno mais deseja e raramente consegue: disciplina tática sem deixar de lado a técnica. Deixou sua marca no São Paulo e foi cedo para a Europa. Não demorou para se acertar no Milan e é, atualmente, o craque do time. Na Seleção, é o exemplo que Dunga quer. A décima posição é também pela esperança que ele representa. Ver: grandes lances do meia
Quem concorda? Quem discorda?
Até sexta faço a contagem dos votos do pessoal.